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	<title>compliance &#8211; Tertium Online &#8211; Gestão de documentos de empresas terceiras</title>
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	<description>Tertium Online, faça sua gestão de documentos de empresas terceiras, com outsourcing ou com nossa ferramenta.</description>
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		<title>eSocial e terceiros: como fazer o envio?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[tertium]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Nov 2022 13:40:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[compliance]]></category>
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					<description><![CDATA[Um ambiente de trabalho seguro é a meta de todo gestor. Mas no caso de acidentes, é preciso compreender a relação entre eSocial e terceiros para enviar as informações de equipes terceirizadas adequadamente. Aliás, essa dúvida é muito mais comum do que se imagina, dada a complexidade do eSocial e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Um ambiente de trabalho seguro é a meta de todo gestor. Mas no caso de acidentes, é preciso compreender a relação entre eSocial e terceiros para enviar as informações de equipes terceirizadas adequadamente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aliás, essa dúvida é muito mais comum do que se imagina, dada a complexidade do eSocial e que acaba gerando dúvidas nas equipes de Saúde e Segurança do Trabalho (SST). Isso acontece pelo fato do layout do eSocial ser bastante complexo e pouco intuitivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De qualquer forma, ter o conhecimento sobre o eSocial e terceiros é fundamental para toda empresa que tenha equipes de trabalho terceirizadas, já que será sua responsabilidade o envio das informações nos casos de acidente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi por isso que preparamos o artigo abaixo, no qual explicamos essa relação entre eSocial e terceiros, e como enviar as informações corretamente. Siga a leitura e tire suas dúvidas!</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">O que é o eSocial?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Primeiramente, é importante compreender o que é o eSocial. Ele é o Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais Previdenciárias e Trabalhistas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Seu objetivo é unificar e tornar o envio de informações sobre empregados por parte das empresas para o Governo Federal mais fácil. Para isso, o próprio governo fornece a aplicação, bem como manual, tabelas e layout relativos aos grupos, eventos e prazos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso, o primeiro passo é a empresa saber a qual grupo pertence, de acordo com a tabela enviada pelo Governo Federal. Com base nesse grupo, cada empresa deverá enviar os eventos descritos nas tabelas fornecidas, e dentro do prazo estipulado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao todo, são 4 grupos, divididos da seguinte maneira:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Grupo 1:</b><span style="font-weight: 400;"> grandes empresas &#8211; com faturamento anual acima de R$ 78 milhões;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Grupo 2:</b><span style="font-weight: 400;"> demais empresas &#8211; entidades empresariais com faturamento de até R$ 78 milhões;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Grupo 3: </b><span style="font-weight: 400;">Empresas inscritas no Simples Nacional &#8211; empregadores optantes pelo Simples Nacional e entidades sem fins lucrativos; Pessoas físicas &#8211; empregadores pessoa física (exceto doméstico), produtor rural PF e entidades sem fins lucrativos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Grupo 4: </b><span style="font-weight: 400;">Administração pública e organizações internacionais.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Leia também::: </span><a href="https://tertiumonline.com.br/centralizar-dados-de-terceiros/"><span style="font-weight: 400;">7 Motivos para centralizar dados de terceiros</span></a></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">eSocial e terceiros</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">De modo geral, as empresas precisam enviar dados sobre acidentes de trabalho de sua equipe própria. Porém, uma atualização recente determinou que cabe à empresa também notificar acidentes envolvendo equipes terceirizadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso, é necessário habilitar, por meio de procuração eletrônica emitida pelo eCAC da Receita Federal, o perfil eSocial &#8211; Grupo SST.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com este perfil, é possível que a equipe de Saúde e Segurança do Trabalho das empresas possa enviar os eventos pelo próprio sistema do eSocial, via web service, ou mesmo usando o módulo web, o que dispensa a habilitação prévia do perfil Web Geral.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Importância do controle de terceiros</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais do que nunca o controle de terceiros é fundamental para a boa imagem das empresas e em relação ao ESG. Por isso, qualquer evento que envolva terceiros deve ser comunicada aos órgãos competentes o mais brevemente possível.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A falta de comunicação no eSocial pode acarretar em multas e observações da Receita Federal. Mas mesmo após o prazo, a empresa ainda pode prestar esclarecimentos sobre o atraso das informações, o que pode reduzir o valor da multa do eSocial em até 40%.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, é fundamental ter um controle rígido das informações de terceiros, evitando assim que caso algum evento tenha que ser comunicado, se perca o prazo por falta de dados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Leia também::: </span><a href="https://tertiumonline.com.br/o-que-e-risco-operacional-e-como-fazer-o-gerenciamento/"><span style="font-weight: 400;">O que é risco operacional e como fazer o gerenciamento?</span></a></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Conte com a plataforma da Tertium</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Como viu, eSocial e terceiros possui uma ligação bastante próxima e é dever das empresas por meio de suas equipes de SST fazer a comunicação de eventuais acidentes que envolvam equipes terceirizadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E para ter um controle de toda a documentação de terceiros, a Tertium conta com uma plataforma completa e exclusiva, que dá às empresas mais agilidade e segurança das informações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, esperamos que tenha compreendido a relação entre eSocial e terceiros e, para conhecer a plataforma da Tertium, </span><a href="https://tertiumonline.com.br/contato/"><span style="font-weight: 400;">clique aqui e converse com nosso time de especialistas!</span></a></p>
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		<title>Due Diligence de fornecedores: como fazer?</title>
		<link>https://tertiumonline.com.br/due-diligence-de-fornecedores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[tertium]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2022 21:52:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[compliance]]></category>
		<category><![CDATA[Terceirização]]></category>
		<category><![CDATA[auditoria]]></category>
		<category><![CDATA[due dilligence]]></category>
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					<description><![CDATA[Due diligence é um termo legal cujo uso é frequentemente dado no âmbito empresarial, mas que pode ser estendido a qualquer decisão importante. Quando se fala em due diligence de fornecedores, visa ter a certeza de estar comprando de uma empresa idônea. As cadeias de suprimentos de hoje são mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Due diligence é um termo legal cujo uso é frequentemente dado no âmbito empresarial, mas que pode ser estendido a qualquer decisão importante. Quando se fala em due diligence de fornecedores, visa ter a certeza de estar comprando de uma empresa idônea.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As cadeias de suprimentos de hoje são mais longas do que no passado. Eles também são globais, deixando-os expostos a uma série de ameaças, como guerras comerciais, falências, ataques cibernéticos, condições climáticas extremas ou mercados de câmbio voláteis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso torna a mitigação dos riscos do fornecedor muito mais difícil, mas não impossível. Por isso, vem crescendo uma tendência no sentido de garantir visibilidade e transparência na cadeia de suprimentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse sentido, as empresas ao fechar negócios com fornecedores precisam estar vigilantes e monitorar os riscos usando dados precisos e oportunos sobre quem exatamente está por trás dos negócios com os quais lidam.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No artigo que compartilhamos abaixo, falamos mais sobre este processo, e como o due diligence de fornecedores pode lhe ajudar. Confira!</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">O que é uma Due Diligence? </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Due Diligence – termo originário do direito anglo-saxão – se traduz como “diligência prévia” e se deve ao cuidado e sigilo com que essa ação deve ser realizada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A palavra foi cunhada pela primeira vez no </span><a href="https://www.rothschildandco.com/"><span style="font-weight: 400;">Rothschild Bank</span></a><span style="font-weight: 400;">, em Paris, para descrever a diligência necessária para avaliar a possível abertura de um empréstimo comercial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente, a expressão due diligence é utilizada para identificar o processo investigativo onde se analisa o valor e a condição de uma empresa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso é feito por meio de uma análise detalhada de seu histórico e reputação, a fim de estabelecer a adequação de um investimento, fusão, aquisição, compra de materiais ou serviços, ou outro relacionamento comercial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Leia também::: </span><a href="https://tertiumonline.com.br/gestao-de-terceiros-mais-estrategica/"><span style="font-weight: 400;">Torne a sua gestão de terceiros mais estratégica, saindo do gargalo operacional</span></a></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Para que serve a Due Diligence? </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O processo de due diligence visa avaliar a adequação de uma transação, determinar o valor justo e verificar se existem elementos que possam comprometer o sucesso da negociação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso de fornecedores, ela poderá ajudar o comprador a ter certeza que a empresa da qual está comprando realmente tem uma boa reputação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Due Diligence também traz benefícios como eficiência para os investidores (evitando prejuízos econômicos e possíveis consequências jurídicas) e uma transação mais ágil e sem riscos financeiros nos casos de fornecedores.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por tudo isso, o escopo de investigação de uma due diligence é bastante amplo e considera informações relacionadas a todas as esferas da empresa, focando especialmente nos seguintes aspectos:  </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">estrutura corporativa e organizacional </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">empresa e o mercado de referência </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">garantias e condições contratuais </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">totalidade dos elementos úteis para definir o preço </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">fatores críticos de sucesso </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">estratégias comerciais </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">procedimentos administrativos e de gestão </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">dados econômicos e financeiros </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">aspectos tributários e jurídicos </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">riscos potenciais relacionados às instalações, por exemplo, máquinas ou adjudicação de contratos sem prévia “qualificação de fornecedores”</span></li>
</ul>
<h2><span style="font-weight: 400;">Empresas devem estar atentas aos riscos inerentes a terceiros</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A principal preocupação costumava ser a corrupção, à medida que as regulamentações internacionais anticorrupção e suborno ganharam força, resultando em bilhões em multas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas agora, critérios ambientais, sociais e de governança (critérios ESG) devem ser adicionados à lista de considerações sobre todos os parceiros de negócios externos, especialmente na cadeia de suprimentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cumprir a lei e seus reguladores para evitar penalidades ou até prisão agora também inclui agradar aos usuários finais, clientes em potencial, investidores, concorrentes, outros fornecedores e a mídia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Afinal, o tribunal da opinião pública se move muito mais rápido e muitas vezes mais severamente do que os tribunais de justiça.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como funciona a due diligence de fornecedores?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A due diligence de fornecedores é um processo contínuo que começa antes de entrar em negócios com terceiros e continua por meio de monitoramento contínuo, mesmo após a assinatura de um contrato.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O processo geralmente começa com um questionário de integração, feito de acordo com o tipo de material ou serviço a ser adquirido</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com base nas respostas de um fornecedor em potencial, você decidirá se deve ou não fazer negócios com ele, com base nos riscos a que eles podem expor sua empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Da mesma forma, uma vez aceite como fornecedor, de acordo com o nível de risco que assume, será definida a frequência de monitorização permanente, bem como os parâmetros de monitorização.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O dever de conhecer e entender o negócio de um terceiro, bem como as pessoas por trás dele, é uma responsabilidade contínua que as empresas devem adicionar à sua lista. A boa notícia é que a implementação de sistemas de monitoramento de due diligence é uma maneira viável de conseguir isso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As informações de terceiros que não estão disponíveis publicamente podem, na verdade, ser solicitadas ao terceiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As informações fornecidas devem ser verificadas por meio de documentação oficial, bancos de dados governamentais, mídia e provedores especializados de due diligence.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses fornecedores geralmente têm especialistas no assunto em todo o mundo com conhecimentos linguísticos, setoriais e específicos do país para contextualizar as descobertas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Independentemente dos métodos utilizados para identificar, analisar e remediar os riscos, as empresas devem abordar os riscos de conformidade do fornecedor, pois é uma área de crescente preocupação para governos de todo o mundo, bem como para o público, a mídia, consumidores e investidores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Leia também::: </span><a href="https://tertiumonline.com.br/cultura-de-gestao-de-riscos/"><span style="font-weight: 400;">Como a cultura de gestão de riscos pode ser o diferencial do seu negócio?</span></a></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Fique atento às informações</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Como foi possível acompanhar, fazer a due diligente de fornecedores é regra básica para toda empresa que deseja fazer negócios com empresas idôneas. Comprar de quem não é bem visto pela sociedade, ou que tenha problemas em seus processos, pode também trazer consequências à reputação do seu negócio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E como mencionamos, a due diligence deve prosseguir também após o contrato fechado. Fazer uma diligência frequência em dados e outras informações do fornecedor é fundamental. No caso da contratação de mão-de-obra terceirizada, isso se dá por meio da análise documental dos trabalhadores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a Tertium, essa diligência de informações de mão-de-obra de terceiros pode ser facilitada por meio de nossa plataforma. Ela facilita o gerenciamento e o envio de documentos de colaboradores terceirizados, garantindo a segurança dos processos de trabalho para o tomador e o terceiro de forma descomplicada.</span><span style="font-weight: 400;">Portanto, se deseja fazer uma due diligence de seus fornecedores de mão-de-obra, </span><a href="https://tertiumonline.com.br/"><span style="font-weight: 400;">clique aqui e conheça mais sobre a plataforma Tertium e como usá-la pode ajudar!</span></a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Setembro Amarelo e segurança do trabalho: quais ações tomar?</title>
		<link>https://tertiumonline.com.br/setembro-amarelo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[tertium]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Sep 2022 19:58:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[compliance]]></category>
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					<description><![CDATA[O Setembro Amarelo e segurança do trabalho compartilham uma estreita relação. Afinal, há diversas doenças ocupacionais que podem levar ao suicídio. É por isso que é de fundamental importância que as empresas trabalhem ações específicas voltadas à saúde mental dos trabalhadores. E não apenas em setembro, mas sim ao longo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O<strong> Setembro Amarelo</strong> e segurança do trabalho compartilham uma estreita relação. Afinal, há diversas doenças ocupacionais que podem levar ao suicídio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É por isso que é de fundamental importância que as empresas trabalhem ações específicas voltadas à saúde mental dos trabalhadores. E não apenas em setembro, mas sim ao longo de todo o ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos os anos, o suicídio aparece entre as 20 principais causas de morte no mundo, para pessoas de todas as idades. De acordo com a </span><a href="https://www.who.int/pt"><span style="font-weight: 400;">Organização Mundial de Saúde</span></a><span style="font-weight: 400;"> (OMS), só ele é responsável por mais de 800.000 mortes – o que equivale a um suicídio a cada 40 segundos. No Brasil, os registros se aproximam de 14 mil casos por ano, ou seja, em média 38 pessoas cometem suicídio por dia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante de um número tão alarmante, é fundamental que Setembro Amarelo e Segurança do Trabalho andem juntas, como compartilhamos no artigo abaixo. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">O que é o Setembro Amarelo?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O <strong>Setembro Amarelo</strong> é uma campanha que ocorre anualmente no Brasil e em outros países do mundo, que visa conscientizar para reduzir o número de suicídios. Neste ano, o lema é “A vida é a melhor escolha!”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A ação é coordenada pela </span><a href="https://www.abp.org.br/"><span style="font-weight: 400;">Associação Brasileira de Psiquiatria</span></a><span style="font-weight: 400;"> (ABP), em parceria com o </span><a href="https://portal.cfm.org.br/"><span style="font-weight: 400;">Conselho Federal de Medicina</span></a><span style="font-weight: 400;"> (CFM). Além disso, no dia 10 de setembro é celebrado o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A cor amarela se deve a Dale Emme e Darlene Emme que iniciaram uma campanha de fita amarela depois que seu filho Mike se suicidou com um carro amarelo. Esta campanha divulga o tema, alerta a população sobre o suicídio, bem como visa criar eventos que abram debates sobre o tema, utilizando também a cor amarela para divulgação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale ressaltar que durante a campanha, os locais públicos costumam ser iluminados com a luz amarela, visando despertar na população em geral a conscientização em relação à prevenção do suicídio.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Setembro Amarelo e Segurança do Trabalho</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentro das empresas, o Setembro Amarelo também merece especial atenção, com ações visando trabalhar a <strong>saúde mental</strong> dos colaboradores. Para isso, é papel do RH e de equipes de Segurança do Trabalho desenvolverem ações específicas com seus funcionários.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://www.who.int/pt"><span style="font-weight: 400;">Organização Mundial da Saúde</span></a><span style="font-weight: 400;"> (OMS) define saúde mental como “um estado de bem-estar no qual a pessoa desempenha suas competências e é capaz de lidar com os estresses habituais da vida, trabalhar produtivamente e contribuir com sua comunidade”. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">Portanto, como podemos ver, a saúde não está associada tanto à ausência de doença, mas a uma sensação de bem-estar. </span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Desfrutar de uma boa<strong> saúde emocional</strong> <strong>e mental</strong> é essencial, pois afeta todas as áreas de nossas vidas: pensamentos, comportamentos, emoções e relações sociais, entre outras. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ser emocionalmente saudável nos enche de vitalidade, criatividade ou produtividade, tanto em casa quanto no trabalho. Também nos permite lidar positivamente com as mudanças que surgem ao longo da vida e enfrentar as adversidades, além de buscar ajuda quando pensamentos suicidas possam vir à mente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Uma boa saúde mental acarreta uma série de benefícios, como os seguintes:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Promove o equilíbrio psicológico e social</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Crie relacionamentos saudáveis ​​e enriquecedores</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ajuda a controlar o estresse ou a ansiedade</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Isso nos ajuda a lidar com a pressão</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Leia também::: </span><a href="https://tertiumonline.com.br/compliance-e-gestao-de-terceiros/"><span style="font-weight: 400;">O que é compliance e qual a relação com gestão de terceiros?</span></a></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como cuidar da saúde mental no trabalho?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A saúde mental é condicionada por fatores sociais, psicológicos e biológicos. Assim, o estresse no trabalho pode ser um dos gatilhos para problemas psicológicos como ansiedade, depressão e, em última instância, o suicídio.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como forma de aliar o Setembro Amarelo e Segurança do Trabalho, recomendamos as seguintes ações: </span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">1. Envie pesquisas de ambiente de trabalho</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O envio periódico de pesquisas de clima de trabalho para a força de trabalho permite analisar o estado de espírito dos trabalhadores. Com um questionário muito simples é possível saber como eles se sentem, quais problemas estão enfrentando e o que gostariam de mudar.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">2. Trabalhar em comunicação e expectativas</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em empresas onde há processos de comunicação abertos e as expectativas e objetivos dos colaboradores são claros, geralmente há um ambiente mais saudável. Os trabalhadores sabem o que se espera deles e sabem qual é o seu desenvolvimento dentro da empresa.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">3. Acompanhe cada funcionário</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Medir e acompanhar o crescimento e desenvolvimento de cada colaborador é fundamental para detectar, por exemplo, se há trabalhadores que diminuíram seu desempenho ou se ausentam com frequência. Estes, talvez, estejam sofrendo de algum problema emocional.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">4. Defina os limites entre o trabalho e as horas pessoais</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O respeito ao horário de trabalho, principalmente durante o trabalho remoto, é fundamental para que os trabalhadores tenham tempo livre para desenvolver sua vida social, pessoal e familiar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ter um software de controle de tempo obrigatório pode ser uma boa maneira de detectar desvios recorrentes e poder intervir. Para isso, usar software para automatizar e digitalizar entradas e saídas de trabalho, bem como pausas, é uma das maneiras mais simples e convenientes de registrar o tempo. </span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">5. Promova pausas e pausas ativas</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A empresa pode agendar pausas ao longo da jornada de trabalho para que cada colaborador possa realizar a atividade que prefere ou, por exemplo, organizar sessões de ioga ou mindfulness para realizar o que se chama de descanso ativo. Esses tipos de ações ajudam a aliviar os efeitos do estresse e melhorar a saúde geral do indivíduo.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">6. Garantir um ambiente de trabalho agradável e seguro</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Trabalhar num ambiente agradável em que o material de trabalho esteja em boas condições, haja bastante espaço e luz natural, é um aspeto que influencia notavelmente o bem-estar dos trabalhadores. Pode parecer supérfluo, mas o ambiente de trabalho tem um grande impacto na saúde mental dos colaboradores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso a empresa tenha estabelecido trabalho remoto e não disponha de escritórios físicos, é importante garantir que todos os seus colaboradores tenham em suas casas os equipamentos e móveis necessários para trabalhar em condições favoráveis.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">7. Incentive comportamentos positivos</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A empresa pode participar do desenvolvimento de comportamentos positivos como comunicação, empatia ou assertividade. Isso ajuda a criar um ambiente de trabalho melhor e, claro, promove a saúde mental dos funcionários. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A realização de workshops ou palestras pode ajudar muito a treinar essas habilidades. Nesse sentido, os eventos de </span><i><span style="font-weight: 400;">team building</span></i><span style="font-weight: 400;"> são uma boa forma de unir a equipe e influenciar positivamente os processos de trabalho dos quais participam. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Fique atento ao burnout</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, não tem como falar em Setembro Amarelo e Segurança do Trabalho, e não falar em </span><a href="https://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/2022/01/11/sindrome-de-burnout-e-reconhecida-como-doenca-ocupacional-veja-o-que-muda-para-o-trabalhador.ghtml"><span style="font-weight: 400;">burnout</span></a><span style="font-weight: 400;">. Essa síndrome refere-se à cronificação do estresse no trabalho que dá origem a uma sensação geral de exaustão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso se manifesta por meio de um estado de <strong>esgotamento físico e mental</strong> que perdura no tempo e altera a personalidade e a autoestima do trabalhador. É um processo em que o colaborador sofre progressivamente uma perda de interesse em suas tarefas e desenvolve uma reação psicológica negativa em relação à sua ocupação laboral. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É fundamental que os gestores estejam atentos à sua equipe e desenvolvam estratégias — como algumas que elencamos acima — para evitar que a Síndrome de Burnout se instale em seus colaboradores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Leia também::: </span><a href="https://tertiumonline.com.br/criterios-esg/"><span style="font-weight: 400;">Quais são os critérios-chave ESG para empresas?</span></a></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Cuide da saúde dos seus colaboradores</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Como foi possível ver, o <strong>Setembro Amarelo</strong> é uma excelente época do ano para dar início à ações que visam a melhoria da saúde mental dos colaboradores, e evitem desfechos terríveis, como o suicídio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas é fundamental que tais ações se perpetuem ao longo dos outros meses, se tornando uma política interna frequente em todas as empresas. Afinal, assim como é necessário evitar acidentes de trabalho 365 dias por ano, é necessário cuidar da saúde mental dos trabalhadores também todos os dias.</span><span style="font-weight: 400;">Por fim, esperamos que o artigo sobre a relação entre Setembro Amarelo e Segurança do Trabalho seja útil para sua empresa, e que as dicas possam ser implantadas com maior brevidade possível. E para ampliar seu conhecimento, confira também nosso artigo </span><a href="https://tertiumonline.com.br/melhorar-o-social-do-esg/"><span style="font-weight: 400;">“Como melhorar o Social do ESG na sua empresa?”</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Governança da segurança da informação: entenda esse conceito</title>
		<link>https://tertiumonline.com.br/governanca-da-seguranca-da-informacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[tertium]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Aug 2022 19:46:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[compliance]]></category>
		<category><![CDATA[governança]]></category>
		<category><![CDATA[segurança da informação]]></category>
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					<description><![CDATA[Sua empresa aplica a governança da segurança da informação? Se não, saiba que os riscos de um ataque cibernético, ou mesmo o roubo ou sequestro de dados, cresce exponencialmente. Aliás, quando se fala em violações de dados, é preciso entender que eles acontecerão. Não é uma questão de se, mas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Sua empresa aplica a governança da segurança da informação? Se não, saiba que os riscos de um ataque cibernético, ou mesmo o roubo ou sequestro de dados, cresce exponencialmente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aliás, quando se fala em violações de dados, é preciso entender que eles acontecerão. Não é uma questão de se, mas de quando. Seja uma multinacional, ou mesmo a sua empresa, todos os setores estão vulneráveis ​​a um ataque cibernético. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O impacto geralmente é muito prejudicial: responsabilidades legais, perda de reputação da marca, falta de confiança de clientes e parceiros e, finalmente, perda de receita. Ninguém deseja isso, não é mesmo?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É aí que entra em cena a governança da segurança da informação, que explicamos o conceito no artigo que preparamos abaixo. Siga a leitura e tire suas dúvidas!</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">O que é governança da segurança da informação?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A governança da segurança da informação (GSI) refere-se a uma abordagem estratégica para maximizar o valor dos dados e mitigar os riscos associados à criação, uso e compartilhamento de informações de negócios. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela reconhece a informação como um ativo organizacional que requer supervisão e coordenação de alto nível para garantir a devida responsabilidade, proteção, integridade e preservação das informações comerciais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A GSI visa eliminar os gargalos e evitar qualquer fragmentação na gestão da informação, garantindo que os dados permaneçam confiáveis e que as empresas experimentem um retorno sobre o investimento nos processos, tecnologia e pessoas que usam para gerenciar a informação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A governança da segurança da informação tem muitas definições formais, mas a da </span><a href="https://www.gartner.com/en/documents/1390142"><span style="font-weight: 400;">Gartner </span></a><span style="font-weight: 400;"> é a mais amplamente aceita. Ele define GSI como uma estrutura de responsabilidade que garante um comportamento adequado na criação, avaliação, uso, arquivamento, exclusão e armazenamento de informações. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso, inclui os padrões, métricas, funções, políticas e processos necessários para garantir o uso eficaz e eficiente das informações e a capacidade das organizações de atingir seus objetivos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Leia também::: </span><a href="https://tertiumonline.com.br/seguranca-do-trabalho-e-terceirizacao-quais-sao-as-responsabilidades-do-tomador/"><span style="font-weight: 400;">Segurança do trabalho e terceirização: quais são as responsabilidades do tomador?</span></a></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Por que ela é importante?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A informação é um recurso vital em qualquer organização ou empresa. Sem ele, as operações comerciais não são possíveis. Consequentemente, as empresas investem em processos, tecnologia e pessoas para garantir que as informações possam dar suporte ao negócio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Devido aos investimentos significativos associados à criação, uso, proteção e compartilhamento de informações, as empresas as veem como um tipo de ativo de negócios, semelhante aos equipamentos, edifícios e recursos financeiros necessários para administrar os negócios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A supervisão e gestão de recursos ou ativos é o principal objetivo de qualquer governança corporativa. Além disso, como qualquer outro ativo, a informação requer gerenciamento para garantir que seu valor e os riscos associados sejam abordados com responsabilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A governança da segurança da informação fornece às empresas uma abordagem disciplinada para gerenciar o valor e os riscos associados à informação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como a GSI ainda é um campo emergente, existem inúmeras questões em torno de seu papel nos processos de negócios. No entanto, um programa de IG devidamente implementado permite que as empresas façam o seguinte:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Apoiar as necessidades de negócios, prioridades e objetivos estratégicos, que variam com base em fatores como cultura organizacional, recursos disponíveis e nível de envolvimento das partes interessadas</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Evitar vazamentos de dados</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Alcançar a conformidade regulatória e reduzir os riscos associados, como penalidades</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Melhorar os recursos de análise de dados</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Melhorar o retorno do investimento em inteligência de negócios</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Criar controle sobre equipes de TI terceirizadas e sistemas em proliferação</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aumentar a conscientização dos funcionários sobre as principais políticas de informações</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Reduzir os custos de armazenamento e detecção eletrônica (tecnologia de detecção de documentos)</span></li>
</ul>
<h2><span style="font-weight: 400;">Melhores práticas em governança da segurança da informação</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar das ameaças de ataques e violações de dados, as empresas podem tomar medidas para estar em melhor posição para governar com sucesso a segurança da informação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As cinco melhores práticas estratégicas para governança da segurança da informação são:</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">1. Adote uma abordagem abrangente</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A estratégia de segurança trata do alinhamento e da conexão com os objetivos de negócios e de TI. Uma abordagem abrangente pode fornecer à liderança mais níveis de controle e visibilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quais dados precisam de proteção? Quais são os riscos? Tenha uma visão unificada de como a segurança das informações afeta sua organização e como os funcionários veem a segurança. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Obtenha a adesão antecipada das principais partes interessadas, como TI, vendas, marketing, operações e departamentos jurídicos. Identifique quais dados precisam ser protegidos e como eles se encaixam no quadro geral.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">2. Aumentar a conscientização e o treinamento</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora desenvolvida pela liderança, a governança da segurança da informação se dirige a todos os funcionários da empresa e exige um nível constante de conscientização. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A governança cria políticas e atribui responsabilidades, mas cada membro é responsável por seguir os padrões de segurança.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O treinamento e a educação contínuos sobre as melhores práticas de segurança são vitais. O cenário de ameaças cibernéticas está mudando rapidamente e o treinamento de funcionários e empresas deve acompanhar. Dessa forma, caso surjam novas ameaças, sua organização estará preparada.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">3. Monitorar e medir</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A governança da segurança da informação nunca deve ter uma abordagem do tipo “configure e depois esqueça”. Trata-se de avaliação e medição constantes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A supervisão garante que os objetivos sejam alcançados e que os recursos sejam gerenciados adequadamente. Quais políticas de governança de segurança funcionam? Quais políticas não estão funcionando?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Crie cenários simulados de violação de dados para testar a eficácia das equipes corporativas e dos planos de resposta a incidentes da empresa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os resultados dos testes podem revelar vínculos fortes e fracos &#8211; em que uma empresa deve se concentrar e quais políticas de governança de segurança funcionam bem sob pressão.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">4. Incentive a comunicação aberta</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As partes interessadas devem sentir que podem se comunicar aberta e diretamente com a liderança, mesmo quando dão más notícias. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A comunicação aberta promove a confiança e fornece um nível mais alto de visibilidade em toda a empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O compromisso é essencial. Considere a criação de um comitê de direção composto por gerenciamento executivo e líderes de equipe-chave (TI, marketing, finanças, relações públicas, operações, etc.) para revisar e avaliar os riscos de segurança atuais.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">5. Promover agilidade e adaptabilidade</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Longe vão os dias de governança monolítica e pesada. As empresas devem se adaptar rapidamente para atender às mudanças no espectro de ameaças à segurança. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O gerenciamento de TI, muitas vezes preocupado em tomar decisões táticas para mitigar os riscos de segurança, pode ter alguma experiência prática e opiniões sobre a eficácia de uma política de segurança específica, mas suas recomendações não poderão avançar sem o apoio de executivos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A liderança deve determinar rapidamente como implementar as mudanças sugeridas em toda a empresa. E se uma política de governança de segurança for ineficaz, a liderança deve estar disposta a descartá-la.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Leia também::: </span><a href="https://tertiumonline.com.br/resultados-da-gestao-de-terceiros/"><span style="font-weight: 400;">Resultados da gestão de terceiros: quais parâmetros medir?</span></a></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Aplique em sua empresa</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Em geral, a governança de segurança da informação bem-sucedida envolve um processo contínuo de aprendizado, revisão e adaptação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As empresas devem ser proativas e estratégicas em sua postura de segurança. Ameaças e incidentes são inevitáveis, mas colocar a governança de segurança estratégica na vanguarda do seu negócio pode ajudar a proteger informações valiosas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, esperamos que tenham compreendido o conceito de governança da segurança da informação, e quais passos seguir para aplicar no seu negócio. E para aprofundar seu conhecimento, leia também o artigo </span><a href="https://tertiumonline.com.br/esg-e-gestao-de-riscos-de-terceiros/"><span style="font-weight: 400;">“ESG e gestão de riscos de terceiros: qual é a relação?”</span></a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que é compliance e qual a relação com gestão de terceiros?</title>
		<link>https://tertiumonline.com.br/compliance-e-gestao-de-terceiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[tertium]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jul 2022 12:35:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[compliance]]></category>
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					<description><![CDATA[É dever de todo gestor saber o que é compliance, ainda mais quando se fala em gestão de terceiros. É por meio dela que torna-se possível avaliar a conformidade de contratos e garantir sua execuão integral. Inclusive, a mais recente edição da “Pesquisa Maturidade do Compliance no Brasil” mostrou que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">É dever de todo gestor saber o que é compliance, ainda mais quando se fala em gestão de terceiros. É por meio dela que torna-se possível avaliar a conformidade de contratos e garantir sua execuão integral.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inclusive, a mais recente edição da “</span><a href="https://home.kpmg/br/pt/home/insights/2019/10/pesquisa-maturidade-compliance.html"><i><span style="font-weight: 400;">Pesquisa Maturidade do Compliance no Brasil</span></i></a><span style="font-weight: 400;">” mostrou que 92% dos executivos entrevistados colocam a gestão de terceiros e de contratos como o principal risco quando se fala em compliance.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que mais chama a atenção é que aparece a frente de temas como fraudes, combate à corrupção, lavagem de dinheiro e segurança do trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É por isso que mencionamos ser dever de todo gestor compreender o que é compliance. E se você ainda não sabe, chegou ao lugar certo! Abaixo compartilhamos um artigo completo para você tirar suas dúvidas e também compreender sua relação com a gestão de terceiros.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">O que é compliance?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem diferentes definições para explicar o que é compliance. Por exemplo, a </span><a href="https://worldcomplianceassociation.com/"><i><span style="font-weight: 400;">World Compliance Association</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> a considera como um conjunto de procedimentos e boas práticas que as empresas adotam com o objetivo de “identificar e classificar os riscos operacionais e legais que enfrentam e estabelecer mecanismos internos de prevenção, gestão, controle e reação diante deles”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por sua vez, o </span><a href="https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/recomendacoesbasileia"><span style="font-weight: 400;">Comitê de Basileia</span></a><span style="font-weight: 400;">, voltado para o setor bancário, tem uma definição ainda mais esclarecedora. Segundo esta organização, compliance é uma função independente “que identifica, aconselha, alerta, monitora e relata os riscos de compliance nas empresas ou organizações. Ou seja, o risco de receber sanções por violações legais ou regulatórias, sofrer perdas financeiras ou perda de reputação, deixar de cumprir leis, regulamentos, códigos de conduta e normas de boas práticas aplicáveis”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, o compliance pode ser considerado como uma função específica dentro das empresas, destinada a detectar e gerenciar os riscos de descumprimento das obrigações regulatórias sob as quais atua. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O não cumprimento de uma lei ou de certos regulamentos pode levar à perda de reputação de uma empresa. Além disso, também pode significar sanções econômicas, ou a exclusão de licitações ou subsídios públicos, entre outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, a função de compliance é responsável por estabelecer padrões e procedimentos adequados para evitar a não conformidade. Ademais, supervisiona e controla que estes sejam cumpridos em toda a empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existe uma norma internacional que contém conselhos e diretrizes para implementação de sistemas de gestão de conformidade nas organizações: a </span><a href="https://www.icqbrasil.net/nbr-iso-19600"><span style="font-weight: 400;">ISO 19600</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses sistemas possuem uma estrutura complexa, mas podem ser implementados em qualquer tipo de empresa ou organização.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Níveis de conformidade</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando se fala em compliance, diferentes níveis de conformidade de uma empresa podem ser encontrados, tais como:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Conformidade com as normas externas:</b><span style="font-weight: 400;"> são aquelas que são impostas à empresa.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Sistemas de controle interno:</b><span style="font-weight: 400;"> é importante que sejam criados para garantir que esses padrões externos sejam atendidos. Por exemplo, o responsável pelo compliance de um banco pode saber como agir para não infringir uma lei, mas esse conhecimento também deve estar nas mãos dos funcionários, caso contrário pode ser um funcionário que infrinja a lei.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Conformidade com os regulamentos internos:</b><span style="font-weight: 400;"> muitas empresas têm códigos de conduta e regulamentos internos. Nesse sentido, o papel do compliance é também criar mecanismos para que esses padrões sejam atendidos.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem muitos tipos de compliance, desde compliance legal, trabalhista ou criminal. Trata-se, portanto, de uma função muito ampla, à qual normalmente se dedicam advogados, mas também gestores de risco, controladores internos, supervisores de fraude e lavagem de dinheiro, e muitos outros perfis profissionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Leia também::: </span><a href="https://tertiumonline.com.br/esg-e-gestao-de-riscos-de-terceiros/"><span style="font-weight: 400;">ESG e gestão de riscos de terceiros: qual é a relação?</span></a></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Qual sua relação com a gestão de terceiros?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Que as relações com terceiros envolvam um nível de incerteza não é algo novo. Mas é algo que hoje tem um impacto maior e causa maior preocupação no mundo corporativo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Duas razões explicam porque a gestão de risco de terceiros ganha hoje maior importância: a primeira é a dependência que, devido à globalização, temos das relações com organizações ou pessoas de outros, estados, países e de outros continentes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em segundo lugar, não podemos deixar de mencionar o impacto do aumento da regulamentação e a gravidade com que as infrações são punidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma empresa moderna do século XXI, que pretenda liderar o seu setor e atingir um nível de crescimento sustentável, terá de apoiar este projeto em centenas ou milhares de terceiros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se esses terceiros tiverem problemas para cumprir seus compromissos ou adotar códigos de conduta geralmente aceitos internacionalmente, a empresa estará com grandes problemas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas se um negócio de pequeno ou médio porte, que não possui operações em outros países, ou mesmo em comunidade diferente daquela em que está estabelecida, também deve se preocupar com os riscos a que estão expostos seus terceiros ou com os problemas que poderia causar?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Claro que sim. De fato, as empresas de pequeno ou médio porte são mais vulneráveis ​​ao impacto negativo que a conduta ou a falta de previsão de um terceiro pode causar.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como evitar isso?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem alguns princípios básicos de compliance, ou melhores práticas, que precisam ser adotados antes de lançar um programa de gestão de terceiros. Três deles podem ser implementados agora:</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">1. Priorize terceiros</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Nem todos os terceiros têm a mesma importância. Algumas empresas não consideram os funcionários como terceiros. Nem mesmo empreiteiros. E há uma razão para isso: sobre esses tipos de terceiros eles têm controle e um nível de autoridade que lhes permite exercer constante vigilância e supervisão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mesmo não acontece com fornecedores, parceiros, investidores, distribuidores ou franqueados, por exemplo. Este é um grupo de terceiros de alto risco. Poderíamos dizer que funcionários e contratados são de baixo risco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo dentro do grupo de fornecedores, parceiros e outros similares, podemos categorizar e priorizar de acordo com o risco real que cada terceiro implica, e a dependência que a empresa tem dos produtos ou serviços que fornece.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A priorização permite, em primeiro lugar, concentrar recursos na gestão de terceiros que implicam maior risco. Mas também estabelece critérios para saber se é possível compartilhar informações comerciais confidenciais, dados ou acesso a determinadas áreas físicas ou virtuais.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">2. Ter profissionais na área de gestão de risco</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A eficácia da gestão de riscos, em geral, depende da consistência dos processos que são implementados. E isso está diretamente relacionado à capacidade, treinamento e experiência dos profissionais responsáveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas também é importante avaliar as necessidades de treinamento em todos os níveis da empresa. Um diretor da área de compras, por exemplo, deve ter treinamento suficiente para saber como proceder em alguns processos de contratação de fornecedores, a partir da abordagem de gestão de riscos.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">3. Concentre a gestão em todos os riscos possíveis</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, saber o que é compliance é fundamental para se concentrar na gestão de todos os riscos possíveis que envolvam terceiros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Afinal, a primeira tendência quando se fala em gerenciamento de riscos de terceiros é pensar nos riscos de segurança da informação e proteção de dados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas o espectro é muito mais amplo: danos à reputação, litígios legais, interrupção de fornecimento, continuidade de negócios&#8230; essas são apenas algumas das ameaças que podem afetar uma empresa por meio de terceiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Leia também::: </span><a href="https://tertiumonline.com.br/seguranca-do-trabalho-e-terceirizacao-quais-sao-as-responsabilidades-do-tomador/"><span style="font-weight: 400;">Segurança do trabalho e terceirização: quais são as responsabilidades do tomador?</span></a></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Foque na boa gestão de terceiros</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao saber o que é compliance, fica mais evidente a importância da gestão de terceiros. Afinal, ao infringir regras ou legislações, o impacto recai diretamente sobre sua empresa, sejam os problemas causados por funcionários internos ou terceirizados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E o caminho para evitar problemas de compliance é por meio de uma gestão eficiente de terceiros. Nesse aspecto, a melhor ferramenta é um software que permita esse acompanhamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nele é possível organizar toda a documentação em um único sistema, tornando os processos de trabalho mais organizados e descomplicados. Ao mesmo tempo, dá à sua equipe interna mais tempo para focar na gestão de riscos, inclusive de terceiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui na Tertium temos a solução perfeita para sua empresa para uma gestão completa de terceiros. Por meio de nosso sistema, é possível tomar a gestão de documentos com apenas alguns cliques, tornando seu processo mais organizado e prático.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esperamos que tenha compreendido o que é compliance e como a gestão de terceiros é fundamental nesse processo. E para ter um sistema completo ao seu lado, </span><a href="https://tertiumonline.com.br/contato/"><span style="font-weight: 400;">clique aqui e conheça a solução que a Tertium oferece a você!</span></a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CAT no eSocial: como comunicar acidentes de trabalho de empresas terceiras?</title>
		<link>https://tertiumonline.com.br/cat-no-esocial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[tertium]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 May 2022 01:21:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[compliance]]></category>
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					<description><![CDATA[Em teoria, manter um ambiente seguro de trabalho e a documentação em dia para seus funcionários não é algo tão difícil. Mas quando o acidente envolve prestadores de serviço, a dúvida é sobre como preencher o CAT no eSocial de empresas terceiras. Afinal, mais que atendimento, o preenchimento da documentação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em teoria, manter um ambiente seguro de trabalho e a documentação em dia para seus funcionários não é algo tão difícil. Mas quando o acidente envolve prestadores de serviço, a dúvida é sobre como preencher o CAT no eSocial de empresas terceiras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Afinal, mais que atendimento, o preenchimento da documentação é uma obrigação legal das empresas, mesmo nos casos de terceirizadas. E desde o início de 2022, passou a vigorar um </span><a href="https://www.gov.br/esocial/pt-br/acesso-ao-sistema/cronograma-de-implantacao"><span style="font-weight: 400;">novo cronograma</span></a><span style="font-weight: 400;"> do Sistema eSocial, no qual deverão ser enviados os dados de segurança e saúde no trabalho (SST).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para explicar sobre como preencher o CAT no eSocial de empresas terceiras, compartilhamos o artigo abaixo. Siga a leitura e tire suas dúvidas!</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">O que é o eSocial?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O eSocial é uma plataforma da Receita Federal, Caixa Econômica, INSS e Ministério do Trabalho e que integra o SPED, um programa que modernizou vários processos ligados a obrigações fiscais, reduzindo a burocracia na tramissão de informações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, o eSocial é obrigatório para todas as empresas jurídicas que tenham empregados, incluindo aqui MEIs (microempreendedores individuais).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E quando fala-se em empregados, o guarda-chuva do eSocial é completo: envolve celetistas, estatutários, cooperados, autônomos, estagiários e mesmo terceirizados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É por isso que no caso de algum acidente de trabalho, a comunicação da CAT deve ser lançada no eSocial, seja ele funcionário direto da empresa, ou então um prestador de serviço na forma de terceirizado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Leia também::: </span><a href="https://tertiumonline.com.br/o-que-e-gestao-de-riscos-de-terceiros/"><span style="font-weight: 400;">O que é gestão de riscos de terceiros e como implementar?</span></a></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como são comunicados os acidentes de trabalho?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentro do eSocial, a comunicação de acidente de trabalho (CAT) é feita por meio do S-2210. Nele, o acidente deve ser comunicado pela empresa, mesmo que não haja afastamento do trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A CAT deve ser registrada até o primeiro dia útil após a ocorrência e, em casos de morte, a comunicação deve ser imediata junto ao sistema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tal comunicação é de responsabilidade pela equipe de Segurança do Trabalho da empresa ou, caso esta não exista, é feita pelo escritório contábil da empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Importante frisar que a empresa que não cumprir com os prazos estabelecidos e não informar o acidente de trabalho, estará sujeita à multa, conforme consta os artigos 286 e 336 do </span><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/d3048.htm"><span style="font-weight: 400;">Decreto nº 3.048/1999</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Passo a passo</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para enviar o CAT no eSocial de empresas terceirizadas, o primeiro passo é configurar seu Certificado Digital no software. A mesma regra se aplica nos casos de funcionários diretos da empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em seguida, é necessário preencher os diversos dados solicitados pelo sistema, tais como:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">CNPJ do local do acidente que envolva trabalhador de empresa terceirizada.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Como mencionamos, em caso de óbito a comunicação deve ser feita imediatamente, devendo ser retificada posteriormente com detalhes mais específicos do acidente.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Se o acidente resultar em afastamento do empregado, o empregador deverá enviar também o evento específico, no item S-2230 – Afastamento Temporário.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Leia também::: </span><a href="https://tertiumonline.com.br/razoes-para-usar-uma-plataforma-de-gestao-de-terceiros-na-sua-empresa/"><span style="font-weight: 400;">5 razões para usar uma plataforma de gestão de terceiros na sua empresa</span></a></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">A Tertium como aliada</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma forma de auxiliar na comunicação do CAT no Esocial de empresas terceirizadas, e mesmo dos funcionários efetivos, é contar com uma plataforma completa como da Tertium.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nosso sistema foi criado para concentrar em um único lugar a gestão dos documentos, garantindo a segurança e a praticidade de todos os processos, sejam eles internos ou documentos legais entre tomadores e prestadores de serviços.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, todos os documentos são armazenados em nuvem, assim você terá acesso a eles a qualquer momento, obtendo as informações mais rapidamente e fazendo a comunicação de CAT de forma ágil e sem erros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, com a plataforma Tertium o gerenciamento e o envio de documentos de colaboradores terceirizados é facilitada, garantindo a segurança dos processos de trabalho para o tomador e o terceiro de forma descomplicada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quer saber mais sobre como a Tertium pode lhe ajudar na CAT no eSocial de empresas terceirizadas? </span><a href="https://conteudo.tertiumonline.com.br/fale-com-um-consultor"><span style="font-weight: 400;">Então clique aqui e conheça nossa solução completa!</span></a></p>
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